Memórias Póstumas de Brás
Cubas faz parte do Realismo brasileiro. A obra serviu para
revolucionar os romances do país através da sua crítica sutil,
inovadora e inteligente à burguesia do século XIX.
Título: Memórias Póstumas de Brás Cubas
Autor:
Machado de Assis
Editora: Record
Nº
de Páginas: 280
Ano
de Lançamento: 1880
Logo no início do livro nos deparamos com um defunto autor
que dedica seus escritos ao primeiro verme que roeu seu cadáver. Com
isso, Machado consegue ironizar as melosas e costumeiras dedicatórias
presentes no movimento literário anterior: o Romantismo.
Somos guiados pelas memórias de Brás Cubas, nascido em uma família rica e, desde cedo, extremamente mimado. Personificação da classe burguesa da época, Cubas foi um homem ocioso de poucas realizações, amores vazios e grandes ressentimentos.
Na obra, Machado deixa de lado o sentimentalismo e o moralismo superficial Romântico. Ele conta todas as suas desventuras, seus preconceitos e mascara os seus fracassos. O aprofundamento psicológico do personagem nos permite julgar, por conta própria, o comportamento da elite brasileira e internacional. Mesmo sendo escrito em 1880, as temáticas abordadas continuam atuais.
Percebe-se que conhecer o período literário em que a obra se insere (o Realismo), o contexto histórico e o estilo machadiano é imprescindível para uma melhor compreensão da obra e da crítica inserida nela. Um leitor desavisado encontrará um livro divertido, porém com uma história um tanto quanto vazia.
Somos guiados pelas memórias de Brás Cubas, nascido em uma família rica e, desde cedo, extremamente mimado. Personificação da classe burguesa da época, Cubas foi um homem ocioso de poucas realizações, amores vazios e grandes ressentimentos.
Na obra, Machado deixa de lado o sentimentalismo e o moralismo superficial Romântico. Ele conta todas as suas desventuras, seus preconceitos e mascara os seus fracassos. O aprofundamento psicológico do personagem nos permite julgar, por conta própria, o comportamento da elite brasileira e internacional. Mesmo sendo escrito em 1880, as temáticas abordadas continuam atuais.
Percebe-se que conhecer o período literário em que a obra se insere (o Realismo), o contexto histórico e o estilo machadiano é imprescindível para uma melhor compreensão da obra e da crítica inserida nela. Um leitor desavisado encontrará um livro divertido, porém com uma história um tanto quanto vazia.

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